31 de mar de 2011

ASPECTOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS DO PROCESSO DE ASSOREAMENTO DO RIACHO CANABRAVA


O texto abaixo foi publicado no caderno Crítica da caatinga de maio de 2008 e o interesse sobre ele permanece atual. Suprimimos uma parte do texto intitulada "Caracterização de Uibaí" por entender que a mesma é desnecessária para boa parte dos leitores que visitam com alguma frequência esse blog.


ASPECTOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS DO PROCESSO DE ASSOREAMENTO DO RIACHO CANABRAVA*

Daiane Dantas Martins**

Geandro Machado Alecrim***

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo estudar as ações antrópicas responsáveis por acelerar o andamento natural do processo de assoreamento do Riacho Canabrava, sobretudo aquelas ocorridas a partir da segunda metade do século XX.

Este recorte temporal foi escolhido por percebermos através de pesquisas, que foi na década de 1950 que se iniciou o processo depredatório das encostas e dos topos da Serra Azul ou das Laranjeiras onde este riacho tem as suas nascentes, bem como do seu leito, sendo esse o período quando se verifica um aumento no fluxo de pessoas na serra.

Nós, enquanto naturais do município na qual está localizado o riacho em questão, percebemos que ao longo do tempo o Riacho Canabrava tem perdido o seu rigor em conseqüência da gravidade do assoreamento ao qual este tem passado. Diante disso, buscamos investigar quais os principais elementos que contribuíram para que se chegasse a tal situação.

Sendo assim, faz-se necessário entender de que forma se deu o processo de agravamento do assoreamento em conseqüência desses fatores, pois é a partir deste entendimento que buscaremos sugerir atividades que minimizem a atuação dos agentes envolvidos diretamente nesse processo.

A metodologia utilizada será a pesquisa bibliográfica, consulta a fontes escritas, entrevistas, entre outros. Após a análise das fontes selecionadas, confrontamos as mesmas, e a partir daí, passamos à fase de redação.

Para dar suporte, utilizaremos a fim de complementar a pesquisa no que se refere às fontes, entrevistas feitas com o Sr. Valmir Roza - que foi escolhido por ser ex-secretário da Prefeitura municipal na década de 70 e memorialista sobre a história de Uibaí - e Zé Pinheiro - ex-agricultor da serra Azul. Além disso, serão utilizadas fotografias para observação da área estudada; o Projeto de Revitalização do Boqueirão do Canabrava; o trabalho monográfico intitulado: O uso dos solos e suas conseqüências sócio-ambientais no município de Uibaí-Ba e bibliografias que nos darão o embasamento teórico para analisar e compreender o processo de assoreamento do Riacho Canabrava identificando os fatores que proporcionam o mesmo.

A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA DO RIACHO CANABRAVA E OS FATORES RESPONSÁVEIS PELO SEU ASSOREAMENTO

Uma abordagem a respeito do processo de povoamento da área em que se localiza o objeto de estudo faz-se necessário devido ao fato deste estar diretamente relacionado com o assunto que nos propomos a discutir, ou seja, foi ao longo do Riacho Canabrava que nasceu o povoado Canabrava do Gonçalo que posteriormente originaria o município de Uibaí. A história do município reporta-se a meados do século XIX quando,

Por volta de 1848, um pequeno agricultor e pastor de nome Venceslau Pereira Machado, deixa o povoado de S. José do Torneado situado na Serra do Assuruá próximo a atual cidade de Gentio do Ouro, influenciado pelas notícias dadas por um escravo fugido chamado Vicente Veloso que na sua fuga de Morro do Chapéu, passara por um vale situado numa serra que de longe toma um aspecto azulado e que nas margens do vale predominava uma planta de nome ‘Canabraba’ ou Canabrava e que por ali não havia vestígios de ocupação humana num raio de 30 Km.(SILVA, 1995, p. 14)

Após descobrir que as terras pertenciam aos herdeiros do conhecido Conde da Casa da Ponte - Antonio Guedes de Brito -, Venceslau compra as referidas terras passa a ocupá-las com sua família, povoando as margens do que viria a ficar conhecido como Riacho Canabrava. Tal era a importância desse riacho para essa população que o lugar passou a chamar-se Canabrava do Gonçalo devido à abundância dessa vegetação em todo o leito do riacho – ‘canabraba’ ou canabrava[1] – juntamente com o nome do cunhado de Venceslau – Gonçalo José dos Santos – que veio a ser o primeiro morador ocupando a borda direita da Serra Azul, lugar este que foi denominado Olho D’Água do Gonçalo, em 1845 aproximadamente. Em vista disso o primeiro nome que Uibaí recebeu foi Canabrava do Gonçalo, denominação que perdurou até 1938 quando Uibaí torna-se Distrito de Xique-xique, alcançando a categoria de cidade em 1961 quando se emancipa.(SILVA, 1995, p. 14)

É indiscutível o valor que o Riacho Canabrava teve para que se iniciasse o povoamento do lugar, bem como a riqueza que proporcionou, pois “ (...) além de caça com fartura, o negro Vicente encontrou, na escarpa da serra, os frutos do jatobá, que lhe serviram de farinha, e excelente fonte de água corrente.” (ROCHA, 1988, p. 50) Segundo consta em informações essas terras ao serem encontradas eram “Grandes áreas de terra totalmente desabitadas, bastante água e excelente qualidade do solo.” (ROCHA, 1988, p. 50)

Dessa forma,

Os fatores naturais, em particular a existência de água corrente, tão preciosa nos terrenos de cultura ou em qualquer parte da região semi-árida da Bahia, tem um valor incalculável para quem procura abrir novas fronteiras. Quando se trata de ‘olhos d’água’, designação que aparece freqüentemente na toponímia do interior nordestino, a atração do líquido é evidente, com sedutor efeito, seja para o simples viajante ou para quem procura pouso mais demorado”. (ROCHA, 1988, p. 51)

Assim, nota-se que os primeiros povoados a surgir às margens do riacho período em que “(...) os verdejantes brejos de bananeiras e cocáis foram sendo formados como o cartão de visita de uma terra de abundância.”(ROCHA, 1988, p. 51) Sendo assim, tem-se por volta de 1850 o início da modificação ambiental pelo homem no espaço o qual estamos abordando, onde Venceslau “(...) À beira do riacho plantou sua residência e construiu uma ‘casa-de-farinha’ (a primeira existente na vila) e cultivou grande extensão do brejo onde diversificou a plantação de cereais.” (ROCHA, 1988, p. 56)

Como podemos perceber no breve resgate histórico acima, poderíamos iniciar os nossos estudos acerca do assoreamento no Riacho Canabrava a partir de meados do século XIX, todavia escolhemos como delimitação temporal a década de 1950 até os nossos dias, por termos constatado ao longo da pesquisa que foi após este período que iniciou a intensificação do assoreamento do riacho devido às ações antrópicas decorridas de dois momentos marcantes. O primeiro trata-se da construção de uma casa na localidade denominada como Capanga próximo a uma das nascentes do riacho. A construção desta casa pode ser entendida como o marco para o aumento do fluxo de pessoas na serra Azul, provavelmente, de caçadores que a utilizavam para pernoitarem.

Quanto ao segundo fator, refere-se a construção da primeira barragem em 1950 sobre o Riacho das Canabravas, com o objetivo de abastecer a cidade de Uibaí[2]. Vale ressaltar que em 1956, segundo Valmyr Roza, a água do município passou a receber o devido tratamento para o consumo que já vinha acontecendo há seis anos. Em 1963-1967, quando Uibaí já havia se emancipado, o sistema de abastecimento d’água foi ampliado, e além de servir ao Município essa água servia também, através de carros pipa, aos Municípios visinhos que dispunham desse bem em uma quantidade insuficiente.

Já nos anos 80, a cidade de Uibaí passou por uma forte estiagem, levando o então prefeito municipal a angariar fundos junto ao DER-BA. Essa verba emergencial deveria ser destinada à construção de estradas e barragens, optou-se por construir a segunda barragem, um pouco abaixo da primeira, ficando a que se situava mais acima para o abastecimento da cidade e a segunda destinada ao laser não só da população local, mas de vários municípios vizinhos, influenciando assim, para uma grande aglomeração de pessoas neste local da serra.

Ainda na década de 1980, ocorreu a ocupação desenfreada das encostas e dos planos de topos de morros por “posseiros”, mesmo estes tendo de vencer distâncias, falta de infraestrutura e adversidades de toda origem em decorrência da grande pressão fundiária que foi gerada pela escassez do acesso a novas terras agricultáveis devido a questões financeiras, pois “as terras de espólios tornaram-se cada vez menores e inviáveis, diante do modelo agrário/agrícola assumido pelo Brasil nas últimas décadas.”[3]

Por fim, nos atentamos a total descaracterização da vegetação ciliar do riacho da Canabrava referente ao trecho que passa por dentro do território da cidade de Uibaí, pois o solo destas margens tem sido utilizado para fruticultura (manga, coco, caju, outros) e pastagens tem desencadeado uma aceleração do assoreamento neste riacho.

Exposto os fatores acima, detectados como responsáveis por agravar o assoreamento natural que vem ocorrendo na bacia do riacho Canabrava, passaremos a analisar as suas influencias de forma mais aprofundada a seguir.

DISCUSSÃO DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELO ASSOREAMENTO DO RIACHO DA CANABRAVA

O Riacho Canabrava é a principal bacia hidrográfica existente na Serra Azul, no trecho localizado no Município de Uibaí e tem sua nascente

(...) na Serra dos Capangas e corta a Serra Azul ou Serra das Laranjeiras e ao percorrer uns 18 quilômetros, desemboca na vereda da Boca D’Água próximo ao povoado Veredinha, na propriedade agropastoril do senhor Domingos Leandro Machado, isto no período chuvoso, na época da seca ele percorre apenas, uma extensão perimétrica de uns 10 mil metros.”[4]

Os processos responsáveis pela ação erosiva nas margens do riacho da Canabrava e principalmente nas encostas da serra Azul que resultam no assoreamento do mesmo, estão relacionados aos quatro fatores controladores expostos por Guerra e Cunha (2001): A erosividade da chuva, erodibilidade do solo, cobertura vegetal e características das encostas, associadas à atuação antrópica, acarretando assim, no agravamento do decorrer natural do assoreamento.

Dessa forma, para melhor descrição e compreensão deste processo, faz-se necessário caracterizar o tipo de solo, vegetação, encostas e chuvas predominantes na área de estudo, ou seja, na bacia do Riacho Canabrava, juntamente com atividades antrópicas ai existentes.

Nesta área encontramos, sobretudo, um agrupamento de solos pouco evoluídos e sem horizonte B diagnosticado, ou melhor, os neossolos, que por sua vez estão subdivididos em quatro categorias: neossolos litólicos (solos litólicos), os neossolos flúvicos (solos aluviais), os neossolos quartzarênicos (areias quartzosas).

Os neossolos litólicos (solos litólicos), solos com horizonte A ou O hístico com menos de 40 cm de espessura, assente diretamente sobre a rocha ou sobre um horizonte C ou Cr com grande parte da sua massa constituída por fragmentos de rocha (cascalhos, calhaus e matacões), admitindo um horizonte B, em início de formação, cuja espessura não satisfaz a qualquer tipo de horizonte B diagnosticado. Estes solos são encontrados nas encostas que ficam adjacentes ao leito do Riacho Canabrava no trecho serrano que apresenta forte ondulamento resultante da formação de outeiros e morros com elevação de 50 a 200m. Este trecho apresenta-se como o principal responsável pelo assoreamento do Riacho Canabrava, por estar mais susceptível a erosão laminar, devido à declividade acentuada da encosta somada ao solo arenoso com fragmentos de rochas que se encharca subsuperficialmente fácil, propiciando o fluxo de água na superfície.

Outro fator que podemos associar a tal processo erosivo, é o pequeno teor de agentes agregadores contido no solo em decorrência da pouca matéria orgânica originada da vegetação de caatinga que predomina nesta área, bem como pelo seu desmatamento em conseqüência da agricultura de subsistência existentes nas encostas e topos que tem apresentado um

(...) número que se aproxima de 300 famílias que vivem da exploração itinerante de roças abertas e utilizadas até esgotamento total do solo. As técnicas rudimentares resultam no conjunto fogo, erosão e produção agrícola arcaica, processo produtivo que dura no máximo 04 anos, obrigando cada grupo familiar a abrir outra clareira nas serras, para o mesmo fim.[5]

Dessa maneira, o processo de erosão laminar é potencializado, pois o baixo teor de agentes agregadores adicionado à quebra destes, aumentam a erodibilidade do solo, por facilitar a formação de crostas que o impermeabiliza, aumentando assim, o escoamento superficial.

Esta vegetação a qual nos referimos acima, é composta por uma flora de caatinga semicaducifólia com presença de itapicurús, jatobás, paud’arcos, aroeiras, baraúnas, angicos, tamburis, gameleiras, ingazeiros, cedros, quixabeiras, juazeiros etc. além de arbustos como jurema, unha-de-gato, cansanção, facheiro entre outros que impossibilitam o contato direto das gotas de chuvas com o solo reduzindo a erosão por splash, reduzindo também, a velocidade das enxurradas, minimizando a erosão superficial.

Por sua vez, os neossolos flúvicos (solos aluviais), solos derivados de sedimentos aluviais com horizonte A posto sobre C constituído de camadas estratificadas, sem relação pedogenética entre si juntamente com os neossolos quartzarênicos (areias quartzosas), solos com seqüência de horizontes A-C, apresentando textura areia ou areia franca nos horizontes; essencialmente quartzosos, tendo nas feições areia grossa e areia fina e ausência de minerais primários alteráveis (menos resistentes ao intemperismo) são proeminentes das áreas topograficamente planas, com a superfície esbatida ou horizontal, onde os desnivelamentos são muito pequenos, por isso, áreas em constante acumulação de materiais sedimentares. Estes solos são encontrados, predominantemente, no decorrer das margens do Riacho Canabrava, onde o seu

(...) processo de ocupação e exploração foi iniciado em meados do século XIX (1850), quando o povo da antiga Vila percebeu que as terras do Boqueirão formavam uma das raras porções do território que oferecia condições de umidade durante o ano inteiro. Assim, substituíram paulatinamente a vegetação ciliar por frutíferas (mangueiras, cajueiros, coqueiros, e outros) e capins, gerando produção econômica e problema ambiental crescentes, sendo o primeiro mais observado que o segundo, mesmo este se tornando cada vez mais evidente, à medida que a população foi aumentando. Chegamos aos dias atuais, que apresentam intensa descaracterização das margens do riacho.[6]

Neste processo de retirada da vegetação natural ciliar para introdução de frutíferas e gramíneas (para a atividade pastoril) ocorrem atividades propícias para o aumento do assoreamento do riacho, especialmente, pela erosão laminar. Este processo decorre da redução do conteúdo de matéria orgânica no solo ocasionando a redução de agentes agregadores, por deixar o solo mais exposto diretamente as gotas de chuva e por compactar gradualmente o solo por pisoteio do gado dificultando a infiltração da água, entre outros fatores.

Relacionado a construção das duas barragens que tratamos no tópico anterior, podemos observar a interferência do equilíbrio natural do Riacho Canabrava em duas áreas, ou seja, a montante da barragem e a jusante da barragem. Estas modificações são visíveis, principalmente, após a construção da segunda barragem na década de 80. Primeiramente, por ter suas paredes mais altas aumentou a altura da queda d’água, potencializando assim, o solapando do solo abaixo (sobretudo nos períodos chuvosos) influenciando para um grande acréscimo de sedimentos transportados que serão depositados em pontos anteriores a desembocadura do riacho, pois a energia do fluxo do riacho tem sido reduzida em conseqüência da “morte” de algumas nascentes, somada ao seu assoreamento.

O outro fator está relacionado ao aumento do nível d’água no reservatório, levantando o nível de base local, alterando a forma do canal, bem como a capacidade de transporte de sedimentos assoreados a montante da mesma. Devemos salientar, que este reservatório que tanto nos serviu, foi completamente abandonado por volta do ano 2003 após introdução da distribuição de água pela EMBASA, encontrando-se atualmente completamente assoreado.

Diante do que foi exposto, percebe-se que ações antrópicas predatórias (desmatamento das encostas, topos planos e margens, além da construção de barragens) impostas ao Riacho Canabrava tem impulsionado o aceleramento dos processos erosivos acarretando o agravamento do processo natural do assoreamento no mesmo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tendo em vista o exposto anteriormente percebe-se que a devastação ambiental vem ocorrendo desde o momento em que os primeiros habitantes chegaram em seu solo modificando o meio ambiente com o fim de adequá-lo às suas necessidades básicas. Todavia, com o passar dos anos e das gerações essa devastação atingiu sérias proporções devido à má utilização desses recursos que não são suficientes para garantir a dignidade das famílias envolvidas (300 famílias) e contrariamente, traz um custo ambiental incalculável que não se restringe a apenas o município de Uibaí – afetado diretamente – mas também, refletindo em toda a região que de alguma forma já foi dependente dos recursos hídricos de Uibaí. Em vista disso, consideramos que se “(...) Até a década de 1970, o Boqueirão de Uibaí era a única fonte de água potável a servir milhares de pessoas.”[7] Faz-se necessário urgentemente a recuperação não só do Boqueirão no qual se encontra o Riacho Canabrava, como também dos riachos que se encontram ao longo de toda Serra Azul, que propiciariam a Uibaí a recuperação de sua autonomia no que diz respeito à disponibilidade de água potável em quantidade suficiente para o abastecimento de toda a população, tendo em vista também a “(...) previsão da CODEVASF de estrangulamento do Sistema Mirorós [que abastece atualmente além da sede do município alguns distritos], para consumo humano, a partir de 2012.”[8]

Sendo assim, faz-se necessário a recomposição da cobertura vegetal nas encostas e a correção do processo erosivo possibilitando a garantia da revitalização dos cursos d’água, bem como observa-se a urgência de uma revisão nas atitudes tomadas pelo município no tocante à “política ambiental” pois, ao que foi possível inferir diante das poucas informações obtidas, uma vez que proíbe queimadas, derrubada de árvores, caça, etc, todavia não apresenta uma alternativa para que essas pessoas que dependem economicamente dessas atividades haja vista o alto desemprego no município, ficando assim, um grande contingente de pessoas impossibilitadas de desenvolver as atividades das quais depende o seu sustento.

REFERÊNCIAS

CUNHA, Sandra Basptista da e GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Geomorfologia do Brasil. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.

CUNHA, Sandra Basptista da e GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Geomorfologia – Uma Atualização de Bases e Conceitos. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

Diagnóstico de Uibaí. UFBA/UMBU. 1997.

Projeto para Revitalização do Boqueirão da Canabrava. UMBU – União Municipal em Benefício de Uibaí. Fevereiro de 2003. Uibaí – Bahia.

ROCHA, Osvaldo de Alencar e MACHADO, Edimario Oliveira Machado. Canabrava do Gonçalo: Uma Vila do Baixo Médio São Francisco. Salvador: Brasília: Ed. do Autor, 1988.

SILVA, Jusselito Mendes da. O uso dos solos e suas conseqüências sócio-ambientais no município de Uibaí-Ba. Monografia. Salvador, UFBA, 1995.

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Embrapa. Serviço de Produção de Informação. Brasília, DF, 1999.



* Artigo científico produzido na Disciplina História Ambiental, orientado pela professora Marjorie Cseko Nolasco.

** Historiadora graduada pela Universidade Estadual de Feira de Santana e mestre pela Universidade do Estado da Bahia. daiuibai@yahoo.com.br.

*** Geógrafo pela Universidade Estadual de Feira de Santana geandromachado@yahoo.com.br.

[1] Atualmente esta vegetação já foi praticamente toda devastada, podemos encontrar ainda algumas amostras próximo o um poço de nome Bucetinha, localizada no brejo particular de seu Sergipano.

[2] Anotações cedidas por Valmyr Roza de Miranda.

[3] Projeto para Revitalização do Boqueirão da Canabrava. UMBU – União Municipal em Benefício de Uibaí. Fevereiro de 2003. Uibaí – Bahia. p. 6

[4] Anotações cedidas por Valmyr Roza de Miranda.

[5] Projeto para Revitalização do Boqueirão da Canabrava. UMBU – União Municipal em Benefício de Uibaí. Fevereiro de 2003. Uibaí – Bahia. p. 6

[6] Projeto para Revitalização do Boqueirão da Canabrava. UMBU – União Municipal em Benefício de Uibaí. Fevereiro de 2003. Uibaí – Bahia. p. 6

[7]Projeto para Revitalização do Boqueirão da Canabrava. UMBU – União Municipal em Benefício de Uibaí. Fevereiro de 2003. Uibaí – Bahia. p. 7

[8] Projeto para Revitalização do Boqueirão da Canabrava. UMBU – União Municipal em Benefício de Uibaí. Fevereiro de 2003. Uibaí – Bahia. p. 8

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